sábado, 1 de novembro de 2008
Carro Supersônico Bloodhound SSC Vai Tentar Atingir 1.600 Km/h
Andy Green, 46a, piloto da Real Força Aérea Inglêsa (RAF), que em 1997 quebrou o recorde mundial de velocidade em terra quando atingiu 1.200 Km/h com o modelo Thrust SSC (Super Sonic Car), em Black Rock Desert, Nevada, USA, ultrapassando a barreira do som (Mach 1), tentará bater a própria marca em 2011 e atingir 1.600 Km/h com um novo carro batizado de Bloodhound SSC em um percurso estimado de 16 quilômetros (10 milhas).
Para efeito de comparação, a velocidade de cruzeiro de um Boeing 737 é de aproximadamente 850 Km/h.
Andy Green:

O novo Bloodhound SSC:
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O novo veículo, cujo projeto demorou 18 meses para ser concluído, depois da montagem pesará 6.400 quilogramas e terá 12,8 metros de comprimento. Será construído sobre uma plataforma de fibra de carbono e titânio, projetada para resistir aos esforços dinâmicos, calor e pressão do ar. As rodas também serão fabricadas em titânio. O bólido será impulsionado por uma turbina a jato de avião de caça do tipo Typhoon-Eurofighter, auxiliada por um motor de foguete a combustível sólido, acoplado na parte superior traseira.
Curvas previstas de velocidade, aceleração, desaceleração e distância:
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Animação em vídeo - 1 min 02 seg:
O modelo anterior Thrust SSC:
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Para efeito de comparação, a velocidade de cruzeiro de um Boeing 737 é de aproximadamente 850 Km/h.
Andy Green:

O novo Bloodhound SSC:
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O novo veículo, cujo projeto demorou 18 meses para ser concluído, depois da montagem pesará 6.400 quilogramas e terá 12,8 metros de comprimento. Será construído sobre uma plataforma de fibra de carbono e titânio, projetada para resistir aos esforços dinâmicos, calor e pressão do ar. As rodas também serão fabricadas em titânio. O bólido será impulsionado por uma turbina a jato de avião de caça do tipo Typhoon-Eurofighter, auxiliada por um motor de foguete a combustível sólido, acoplado na parte superior traseira.
Curvas previstas de velocidade, aceleração, desaceleração e distância:
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O modelo anterior Thrust SSC:
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Recorde de velocidade em terra
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Passageiros São Convidados A Empurrar O Avião
Qualquer um que já tenha usado os serviços de uma empresa aérea de baixo custo, conhece bem o desconforto de suas viagens. Muito tempo perdido em esperas e filas, assentos apertados e serviço de bordo inexistente.
Mas pelo menos até o último dia 27 de setembro, nunca haviam pedido aos passageiros para saltar e ajudar a empurrar seu avião.
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Pois foi exatamente o que aconteceu a um grupo de passageiros na China a quem foi solicitado que saltassem e ajudassem a empurrar a aeronave depois que uma pane logo depois da aterrissagem impediu que ela taxiasse até o portão de desembarque.
O vôo de empresa aérea chinesa Shandong Airlines (SDA), entre Guilin e Zhengzhou, efetuado em um Bombardier CRJ 700, chegou em segurança ao destino, mas uma pane ocorrida ainda na pista de pouso impediu que ele se movimentasse até o terminal de passageiros.
Funcionários de apoio do aeroporto foram chamados para empurrar o avião, mas eles tiveram de pedir ajuda a alguns dos 69 passageiros a bordo porque o avião não se moveria só com o esforço deles.
Bastante tempo foi gasto para empurrar o jato por 500 metros até uma pista auxiliar.
Um dos funcionários de aeroporto disse: "Felizmente ele era de tamanho médio com umas 20 toneladas. Se fosse um dos grandes, ele teria nos vencido."
O avião permaneceu estacionado na noite de sexta-feira, a espera de uma solução técnica para o problema antes de partir para o vôo seguinte.
O que causa estranheza é que um aeroporto desse porte não dispusesse de tratores para reboque de aeronaves (push-back). Mas enfim, assim foi noticiado no jornal Daily Mail de hoje.
Fonte: http://www.dailymail.co.uk/news/worldnews/article-1062577/The-great-heave-forward---Chinese-passengers-forced-push-broken-passenger-plane.html
Mas pelo menos até o último dia 27 de setembro, nunca haviam pedido aos passageiros para saltar e ajudar a empurrar seu avião.
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Pois foi exatamente o que aconteceu a um grupo de passageiros na China a quem foi solicitado que saltassem e ajudassem a empurrar a aeronave depois que uma pane logo depois da aterrissagem impediu que ela taxiasse até o portão de desembarque.
O vôo de empresa aérea chinesa Shandong Airlines (SDA), entre Guilin e Zhengzhou, efetuado em um Bombardier CRJ 700, chegou em segurança ao destino, mas uma pane ocorrida ainda na pista de pouso impediu que ele se movimentasse até o terminal de passageiros.
Funcionários de apoio do aeroporto foram chamados para empurrar o avião, mas eles tiveram de pedir ajuda a alguns dos 69 passageiros a bordo porque o avião não se moveria só com o esforço deles.
Bastante tempo foi gasto para empurrar o jato por 500 metros até uma pista auxiliar.
Um dos funcionários de aeroporto disse: "Felizmente ele era de tamanho médio com umas 20 toneladas. Se fosse um dos grandes, ele teria nos vencido."
O avião permaneceu estacionado na noite de sexta-feira, a espera de uma solução técnica para o problema antes de partir para o vôo seguinte.
O que causa estranheza é que um aeroporto desse porte não dispusesse de tratores para reboque de aeronaves (push-back). Mas enfim, assim foi noticiado no jornal Daily Mail de hoje.
Fonte: http://www.dailymail.co.uk/news/worldnews/article-1062577/The-great-heave-forward---Chinese-passengers-forced-push-broken-passenger-plane.html
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terça-feira, 2 de setembro de 2008
Modelo Processa Cirurgião Plástico
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Novo exoesqueleto permite que paraplégicos voltem a andar
Depois de permanecer paraplégico e dependente de uma cadeira de rodas por 20 anos devido a um acidente, Radi Kaiof recomeçou a caminhar em uma rua de Haifa, acompanhado de um zumbido mecânico abafado.
O ruído é provocado por um exoesqueleto conhecido por ReWalk (ReCaminhar), desenvolvido pela empresa de alta tecnologia israelense Argo Medical Technologies. O "esqueleto" posssibilita que as pessoas paraplégicas possam caminhar, sentar e levantar e também subir e descer escadas.
Clique na imagem para ampliá-la

O produto deve estar disponível comercialmente a partir de 2010 a um preço estimado de US$ 20 mil. O sistema consiste de suportes motorizados para as pernas, sensores corporais, um controle para ser fixado em torno do pulso e uma mochila contendo uma bateria recarregável. O aparelho está em sendo avaliado pelo Tel Aviv's Sheba Medical Centre e Moss Rehabilitation Research Institute, na Pennsylvania.
http://www.argomedtec.com/
O ruído é provocado por um exoesqueleto conhecido por ReWalk (ReCaminhar), desenvolvido pela empresa de alta tecnologia israelense Argo Medical Technologies. O "esqueleto" posssibilita que as pessoas paraplégicas possam caminhar, sentar e levantar e também subir e descer escadas.
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O produto deve estar disponível comercialmente a partir de 2010 a um preço estimado de US$ 20 mil. O sistema consiste de suportes motorizados para as pernas, sensores corporais, um controle para ser fixado em torno do pulso e uma mochila contendo uma bateria recarregável. O aparelho está em sendo avaliado pelo Tel Aviv's Sheba Medical Centre e Moss Rehabilitation Research Institute, na Pennsylvania.
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Exoesqueleto
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Carreta Abrigo
Os designers Barry Sheehan e Gregor Timlin desenvolveram o protótipo da "carreta abrigo", que é uma unidade móvel para catadores de papel e outros detritos recicláveis. O projeto visou conjugar espaço para a coleta dos materiais e também fornecer alguma proteção contra intempéries durante a noite. As laterais da caçamba são formadas por setores circulares telescópicos articulados, que permitem o ajuste da cobertura em várias posições.
Embora o projeto realmente ajude os sem-teto a transportar o material que foi recolhido e também ofereça alguma proteção durante o repouso dos catadores, os desenhistas entendem que ele não é uma solução permanente e sim mais uma maneira de conscientizar a opinião pública para o problema daqueles que vivem nas ruas. O projeto foi originalmente desenvolvido para a Designboom.
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Fonte: http://www.designboom.com/
Embora o projeto realmente ajude os sem-teto a transportar o material que foi recolhido e também ofereça alguma proteção durante o repouso dos catadores, os desenhistas entendem que ele não é uma solução permanente e sim mais uma maneira de conscientizar a opinião pública para o problema daqueles que vivem nas ruas. O projeto foi originalmente desenvolvido para a Designboom.
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Fonte: http://www.designboom.com/
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segunda-feira, 21 de julho de 2008
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